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Arquivo da Categoria ‘Literatura’

Programar, a arte

Saudações pessoal.

Tantas linguagens para programar, difícil de definir. Nas linguagens: C, Java, PHP, Python, Perl, Delphi, entre outras. A arte de fazer um programa, compilar e executar, uma sensação maravilhosa que sente. Não é apenas digitar o código e pronto.

Programar, vem tantas coisas em mente, queremos saber como é o sistema operacional por “dentro”, como um programa funciona, trabalhar em algo grande e chegar a um nível extraordinário. Caminhos de grandes conquistas, difícil mas não impossível. Um grande exemplo é o mantedor do kernel Linux, Linus Torvalds, iniciou sua jornada de programação na faculdade.

As etapas são grandiosas, quando percebemos algumas linhas sendo digitas, trabalhando diariamente, observamos o proposito crescer e compartilhar. Vários programadores ajudando no projeto, mesmo que não seja formalmente, enviando patchs, mudanças, entre outros.

O ato de programar não são apenas lógica e a matemática, também é acompanhado pela ética e arte. Como toda profissão é existente de ética, o ato de “digitar códigos”. A parti artística, não é apenas artistas plásticos, arquitetos, que desempenham a arte em seu dia-a-dia, um bom programador também. Esta arte se difere a mim e um arquiteto, pois, ele sabe desenhar uma casa com seus mínimos detalhes posso saber desenhar, o arquiteto tem habilidades, organização no trabalho. Como o bom arquiteto de software, organização em seu código, em qualquer linguagem.

No começo tudo é difícil, complicado, ficamos perdidos, mas nunca podemos perder a confiança, esperança de ter um belo resultado. Sempre escolha aquela linguagem que anime mas, aprenda a gosta lá, depois de um certo tempo qualquer linguagem fica mas fácil.

Abraços.

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Recomendação Bibliográfica do mês: Dupla cilada para Cross

Saudações pessoal.

Literatura

Como de bom gosto pela literatura, desta vez comprei um livro Polícial, Dupla Cilada para Cross de James Patterson, um excelente escritor, cada capitulo com seu suspense.

Conta uma história de um polícial da FBI, que se aposentou, e vive pelo seus três filhos, só que muito ligado a polícia ainda, por motivos que namora uma investigadora, e nunca que irá esquecer sua vida antiga. Cross, descobriu que fugil um prisioneiro, que foi capturado, uns dos piores, e a matanssa, e ajuda a polícia de sua cidade a capturar e envolvido com a demanda da investigação. Não vou contar toda a trama polícial, o interessante é ler o livro e se desfrutar da excelente literatura.

Breve resumo, retirado da livraria Siciliano:

Quando Alex Cross pensou que a vida ficaria mais fácil e mais calma, ele se vê às voltas com a captura de um gênio do terror que, no seu “modus operandi”, expõe suas vítimas em espetáculos horríveis, exibidos em seu website. Em uma trama veloz e cheia de suspense, James Patterson propicia ao leitor grandes doses de excitação.

Abraços.

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Programar é uma Arte

Saudações pessoal.

Achei este texto sobre a arte de programar, bastante interessante. Relatando à vida de uma pessoa com o saber na ajuda de programar. Espero que gostem da leitura.

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Zen e a arte de programar

Traduzido por Handerson Ferreira Gomes

Diz a lenda que um nobre da antiga China certa vez perguntou ao seu médico, membro de uma família de terapeutas, qual de seus familiares era mais hábil na arte da medicina.

O médico, de uma reputação tão difundida que seu nome era sinônimo da própria ciência médica na China, respondeu: “Meu irmão mais velho percebe o espírito da doença e o remove antes que possa assumir qualquer forma, e por isso seu nome não sai de casa. Meu segundo irmão mais velho cura a doença quando esta ainda é bem pequena, e por isso seu nome não passa da vizinhança.

Quanto a mim, perfuro as veias, prescrevo poções e massageio a pele, e por isso, de tempos em tempos, meu nome cruza as fronteiras e chega aos ouvidos dos nobres.”

Este talvez seja um dos maiores desafios da área tecnológica, resolver problemas complexos com soluções simples. Temos sempre a vontade de fazer algo grande, complexo, difícil, para que possamos nos superar, aparecer na mídia, superar a máquina e até mesmo algumas vezes a tecnologia que estamos usando.

Tenho acompanhado dezenas de estudantes desenvolvendo sistemas complexos e trabalhosos que pouco serão aplicados no dia–a–dia, um verdadeiro genocídio de idéias e esforço intelectual.

Achar que todo o aval tecnológico existente deve ser usado em um projeto não é uma regra e nem sempre uma recomendação. Partir do desenvolvimento de uma solução para encontrar em seguida problemas que ela resolva não é a melhor forma de desenvolver um sistema. E por incrível que pareça, conheço vários sistemas que começaram assim.

A adoção de soluções simples no desenvolvimento de projetos resulta quase sempre em vários ganhos, como facilidade de manutenção do código, utilização de menos recursos de servidores, facilidade de contratação de recursos para agregar valor a equipe, para citar alguns.

Mas atenção, todo cuidado para não confundir simplicidade com comodidade. Desenvolver um sistema sem se preocupar com concorrência a base de dados, performance de acesso, disponibilidade e portabilidade não é ser simples, é ser cômodo e isso é imperdoável e crucial.

Mas nem sempre a melhor solução é a mais simples, certamente alguns projetos necessitam de uma boa dose de tecnologia e algumas vezes teremos que fazer como o médico, perfurando veias e prescrevendo poções, mas isto se aplica nos casos mais graves.

Como diz a lenda, a verdadeira arte não consiste em resolver o complexo, mas não deixá–lo complicar–se. Buscar a simplicidade. Paradoxalmente a simplicidade é difícil de ser conquistada e mais ainda de ser reconhecida. Por que?

Porque é conseguida no plano das idéias, em nossa cabeça, e não numa impressionante sucessão de classes, métodos e packages. Pouca gente sabe “ler” a beleza de uma solução simples, mesmo porque, se for mesmo simples, vai parecer natural, e portanto não parecerá obra do pensar … Não se fica famoso por fazer coisas simples, mesmo quando fazê–lo exige gênio e sabedoria.

O Tao Te King tem algo sobre isso (que, claro, serve para tudo na vida ):

“Planeja o difícil enquanto é fácil, faz o que é grande enquanto ainda é pequeno. As coisas mais difíceis devem ser feitas enquanto ainda são fáceis, as maiores enquanto ainda são pequenas. Por isso o sábio nunca faz o que é grande, e é por este motivo que alcança a grandeza”.

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Abraços.

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Recomendação Bibliográfica do mês: O monge que vendeu sua Ferrari

Saudações pessoal.

O Monge que vendeu sua Ferrari, Robin S. Sharma, recomendo para aqueles que gostam de ler um bom livro, ou os que não gostam, vale a pena conferir. Fala um pouco de filosofia de vida.

Este livro conta uma história de um grande advogado, tinha tudo que queria por exercer sua profissão tão cuidadosa. Vivia para trabalhar, fica horas na madrugada estudando sem parar. Não dormia direito, tinha bastante dinheiro, ferrari, ilhas, etc.

Mais um dia derrepente tivera um enfarrato e foi parar no hospital, que com isso mudou sua vida ardamente.

Esta é a história de Julian Mantle, um advogado brilhante e bem-sucedido que, em razão de um estilo de vida desequilibrado, acaba sofrendo um ataque cardíaco quase fatal. Esse colapso físico, resultado de uma crise espiritual durante muito tempo ignorada, obriga-o a refletir sobre a vida que levava até então e a buscar respostas para questões existenciais mais importantes. Neste livro, o leitor se identificará com o protagonista em sua jornada espiritual em busca de si mesmo e encontrará soluções criativas para problemas existenciais – soluções que lhe proporcionarão crescimento espiritual, relacionamentos enriquecedores e vida própria.

Excelente livro, ele te ensina a viver melhor interior e exterior. A leitura dele vale por uma vida toda.

Abraços.

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