Arquivo

Arquivo da Categoria ‘Distribuição’

Gnash flash player Open Source

Saudações pessoal.

Chegou a solução do Flash Player x86_64, o software Open Source Gnash é uma alternativa, devidamente GNU. Algum tempo atrás a Adobe parou de trabalhar com os sistemas x64 do flash e tivemos vários problemas em relação a isso.

O Gnash funciona em x86 e x64. Instalei e funcionando Youtube, sites com flash etc. Roda devidamente em várias distribuições Linux: Archlinux, Ubuntu, Red Hat, Debian.

Instalação no Arch Linux:

# pacman -Sy gnash-common gnash-gtk

Possui alguns pacotes incluídos, a instalação é pequena 22 mb.

Site do projeto:

Gnash: http://www.gnu.org/software/gnash/
Gnash Project: http://gnashdev.org/?q=node/76

Abraços.

Categories: Distribuição, Linux, Software Livre Tags:

Criando LVM (Logical Volume Manager)

Saudações pessoal.

Tive a oportunidade de conseguir um computador para poder “brincar” com GNU/Linux e Software Livre, ou seja, estudar um pouco os comandos, fazer testes, fuçar com mais prazer o sistema. Até agora sempre usava meu próprio desktop de uso pessoal para as tramoias.

Neste primeiro tutorial vou falar um pouco sobre LVM, nunca tinha visto ele ser feito, a Rapha (@ra_pha) estava me explicando um pouco sobre ele e aplicando no servidor, como um bom curioso fui atrás para aprender.

O que é LVM ?

LVM (Logical Volume Management) é um Gerenciador de Volumes Lógicos, faz associações de dispositivos lógicos/físicos, como MD, MO, loop e os dispositivos lógicos como partições.

O LVM é muito útil para servidores, quando criamos um servidores primeiramente precisamos saber para qual o seu serviço, e não sabemos o tamanho do tráfico de necessidade e por isso que a LVM é muito útil para esses casos.

Alguns recursos do LVM.

PV = Phisical Volume: A partição física do disco.

PE = Phisical Extends: Pequeno pedaço de um VG.

VG = Volume Grupo: Responsável por agrupar um ou mais partições/discos, vários PVs, um volume físico.

LV = Logical Volume: Partições lógicas de um VG.

Obs.: Estou usando um disco IDE, tamanho 80.00G, sistema Debian, LVM 2.

1. Verificar se possui o LVM instalado na máquina:

# lvscan

Se não possui instale o lvm2 ou lvm10 (recomendação, caso contrário).

2. Criar o LVM

# pvcreate /dev/hdd2

PS.: Caso sua partição seja sata [sdaX], apenas mudo o final do dev. Sempre verifica no comando “fdisk -l”

3. Verificar se está criado

# pvdisplay

4. Criando volume Group (VG)

Criar um volume físico para cada hd ou partição no computador, um passo obrigatório para criação do volume lógicos.

# vgcreate estudo /dev/hdd2

vgcreate: criação da partição/HD
estudo: nome do grupo, podendo qual desejar
/dev/hdd2: partição a ser escolhida para o LVM

5. Criando volume lógico (LV)

# lvcreate estudo -L 700M -n arch

lvcreate: Criação do volume lógico no lvm
-L: Criação do tamanho
arch: Nome do volume lógico escolhido
estudo: Nome do VG

Alguns comando para verificação dos LV, VG, etc.

# lvdisplay
Verificação do LV

# vgdisplay
Verificação GV

# vgscan
Mostra as LVs.

# lvremove /dev/estudo/arch
Remover a LV.

Após ter montado os volumes lógicos, se possui algum servidor e pretende acrescentar alguns volumes criados para os diretórios como var, usr, home, /root. Neste procedimento deve montar para o diretório.

# mount /dev/hdd2/estudo/arch /teste

Dicas de pesquisa:

Google, Guia Foca Linux, Dicas-L, Viva o Linux, etc.

O LVM é um conteúdo muito extenso, e neste tutorial eu abordei alguns comandos básicos e essências para criação e funcionamento do sistema. Espero poder te ajudado e se tiverem alguma dúvida coloquem dúvidas, sugestões e críticas construtivas, que todas serão bem aceitas.

Abraços.

Categories: Distribuição, Linux Tags:

Primeira impressão do OpenSUSE 11.2

Saudações pessoal.

Resovolvi testar outras distribuições em meu desktop, instalei o OpenSUSE da Novell. A distro mostra que é umas das melhores, mais sempre com pontos positivos e negativos. Vou aborda minha primeira impressão com a distro, que obtive em um mês de uso constante.

Primeiras impressões

Na instalação do sistema é bem simples, em minha opnião, a configuração apenas fiz para a rede com ip, impressora, e as configurações necessárias que uso. Para configuração da rede no sistema, foi um pouco complicado, deve ser porque o modo do suse é bem diferente dos outros sistemas.

A distro detectou o botão “Iniciar/Start” do teclado que é usado no W$, achei impressionante, a forma que o sistema é baseado, modificação do kernel, etc. Não precisei instalar nada apenas configurei.

Perfomace: Uma distribuição rápida na inicialização, o sistema não fica lento muitos aplicativos abertos, quem trabalha com imagens, etc. verá a diferença, uma pena que a distribuição instalar um monte de pacotes sem sua necessidade.

Gerenciamento de pacotes: Um modo bem diferente do que estou acostumado, o sistema utiliza o gerenciador Zypper, faz toda atualização de pacotes já instalados.

OpenSUSE possui o Yast, é uma das ferramentas que difere das outras distros, possui o Yast e Yast2, bem como podem ver o primeiro é para usuário normal, o segundo para root ao acessar terá toda função que tem no terminal, configura absolutamente tudo o que deseja.

Segurança: O sistema possui como todos um alerta de suas atualizações de segurança, os pacotes sempre atualizados, a Novell sempre informa as atualizações de necessidade.

Conclusão:

OpenSUSE é uma execelente distribuição para iniciantes e usuários avançados, mais para aqueles que gostam de fazer tudo na “mão” como configuração, instalar algum sistema com samba, hplip, essa distribuição não é obtável. Mas se deseja ter uma distribuição para uso no dia-a-dia, concerteza é uma das melhores em si.

PS: Não deixei de usar o Arch Linux, só resolvi testar outras distribuições, e postar o resultado. ;-]

Abraços.

Categories: Distribuição, Linux, OpenSUSE Tags:

Novas versões em distribuições Linux

Saudações pessoal.

Essa semana veio com muitas novidades entre as distribuições Linux. Tivemos duas novas versões de distribuições o Fedora 13 e Slackware 13.1, todos elas estão “quentinhas” ainda.

Algumas novidades, retirada do site das distribuições:

Fedora 13, codinome Goddard:

1 – Melhorias no NetworkManager
2 – Driver experimental Nouveau para Nvidia
3 – Instalação automática do driver de impressora
4 – Sugar (Educação)
5 – Usando o sistema de rollback com btrfs
6 – Python debugging e instalações paralelas

Slackware 13.1:

1 – Kernel 2.6.33.4
2 – Ambiente gráficos: Xfce 4.6.1 e KDE 4.4.3
3 – HAL
4 – Udev
5 – CUPS 1.4.3, GNU Emacs 23.2 e o Diffutils 3.0
6 – Entre outros, como correções de erros e ajustes em relação a segurança.

Abraços.

Categories: Distribuição Tags:

UDEV – Solução para conflito entre duas placas de rede

A “pouco” tempo instalei o Archlinux em meu computador e tive um problema de conflito entre as duas placas de rede, quando iniciava o computador hora uma placa vinha como eth0 e outra como eth1, hora vinha como eth1 e eth0, daí eu tinha de ficar reiniciando até o sistema reconhecer a placa certa no lugar certo.

Solucionar esse problema é simples, primeiro descubra qual placa de rede a ser usada:

$ ifconfig

eth1
Link encap:Ethernet HWaddr AA:BB:CC:FF:LL:NA
inet addr:192.168.1.99 Bcast:192.168.1.255 Mask:255.255.255.0
inet6 addr: fe80::205:ff:fe30:1835/64 Scope:Link
UP BROADCAST RUNNING MULTICAST MTU:1500 Metric:1
RX packets:320326 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0
TX packets:277517 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0
collisions:0 txqueuelen:1000
RX bytes:308110696 (293.8 Mb) TX bytes:34073825 (32.4 Mb)
Interrupt:19 Base address:0xd000

Esta é a placa que será usada: eth1

2 – Crie o diretório:

# vim /etc/udev/rules.d/010_netinterfaces.rules

3 – Dentro do diretório, adicione esta linha:

KERNEL=”eth1″, SYSFS{address}==”AA:BB:CC:FF:LL:NA”, NAME=”eth1″

Note que o SYSFS{address} corresponde ao MAC Address obtido no comando ifconfig.

4 – Salve-o e reinicie o sistema.

Considerações:

Depois deste procedimento não obtive mais problemas em minha conexão, como conflito entre o “sistema” e a placa.

Referência: debianhelp.co.uk