Skype no Debian.

O Skype é um programa de VoIP (Voz sobre ip), um excelente programa.
Irei mostrar como instala-lo no Debian. Simples, Fácil e Prático.

1 – Entre no diretório, e adicione a linha:

# nano /etc/apt/sources.list

deb http://download.skype.com/linux/repos/debian/ stable non-free

2 – Atualiza:

# aptitude update

3 – Instalação:

# aptitude install skype

Pronto agora é só usar!

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Configurar teclado Internacional

Quem possui teclado internacional sabe que para configura-lo tem problemas, sorte de alguns que conseque configurar pelo gerenciador. O que difere ele entre o abnt, os acentos são em outros locais. Erros como: á = ‘a, é = ‘e, ô = ^o.

É adicionando uma linha no diretório ~/.bashrc.
Existem outras formas de configuração no gerenciador (KDE, Gnome, LXDE, etc…), tentei mais não tive resultado.

1 – Abra o Terminal, entre no diretório:

# nano /etc/bashrc

2 – Na última linha adicione:

setxkbmap -model pc104 -layout us_intl

Pronto!

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Problema no drive de áudio/som

Recentemente tive um problema no meu Drive de áudio no Archlinux, estava tentando colocar o áudio e o microfone para funcionar no Skype. Não consequi resolver, tentei de várias formas, instalei oss, alsamixer-oss.

Quando fui tantar usar novamente o som para um eventual evento o drive não era mais reconhecido, e pesquisei, fui em fóruns, coloquei em grupos do google. E um amigo consequiu resolver o problema, estava dando conflito entre o alsa e oss. (Era para se esperado =p)

Desistalei o oss (pacman -Rncs oss) para desaparecer tudo que vem do mesmo. E reinstalei o alsa.

O Skype para Linux ainda está com problemas de Áudio e Microfone. Quando resolver postarei aqui.

Pronto tudo funcionando. Agradecimentos ao Marcelo Calvacante.

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Comandos teclado e mouse no KDE

O ambiante gráfico uns dois mais usados é o KDE, interface e comandos. Esta nova versão 4.3.x está muito rebusca e interessante.

Muitas são suas funcionalidades com o comando pelo teclado, teclado e mouse, o mouse. Vou mostrar alguns comandos básicos pelo mouse e teclado no KDE.

Para instalar o KDE:

Archlinux:

# pacman -S kde

Comandos:

CTRL + Esc = Atividades do sistema.

ALT + Mouse = Mostra o seu desktop.
(em cima de uma janela aberta)

ALT + F2 = Pesquisa de algum aplicativo.

CTRL + F8 = Mostra todas as áreas de trabalho.

CTRL + F9 = Todas as janelas abertas.

CTRL + F12 = Todos os Widget apenas.

CTRL + ALT + L = Bloqueia a seção.

CTRL + ALT + F1 a F6 = Modo texto.

CTRL + ALT + Shift = Irá para modo texto, mas não poderá e nem volta para o X.

Mouse = Apontar o mouse em cima dos programas na barra de tarefas irá aparecer a página do mesmo, com título.

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Rootkits em seu Sistema.

Os Rootkits são ferramentas utilizadas para ocultar ferramentas de invazores dentro de sua máquina, com esta ferramenta usuários não autorizados podem fazer acesso de sua máquima.

Muitos rootkits acompanham uma gama de binários (como o ls, ps, who, find etc) modificados para que os processos rodados pelo invasor não possam ser vistos pelo administrador da máquina. Além disso, muitos vírus atuais utilizam rootkits.

Existem dois aplicativos que podem te ajudar a detectar rootkits no seu sistema: rkhunter e chkrootkit. A seguir eu mostro como instalar e executar ambos.

Usando o chkrootkit

Eu acho o chkrootkit um pouco mais limitado que o rkhunter, mas ele não deixa de ser útil. Para instalá-lo faça:

No Arch Linux:

# pacman -Sy chkrootkit

No Ubuntu (e derivados):

# apt-get install chkrootkit

Para scanear o sistema rode:

# chkrootkit

E para usá-lo em modo avançado:

# chkrootkit -x

Caso o chkrootkit encontre algo ele mostrará um INFECTED na linha correspondente.

Se quiser, você pode rodar o chkrookit em outro dispositivo:

# chkrootkit -p /media/dispositivo

Para maiores informações rode “chkrootkit -h” (sem aspas) e visite o site do projeto.

Ah! E caso você tenha um mínimo de suspeita que seu sistema esteja infectado, não é recomendado usar essas ferramentas a partir do próprio sistema. O melhor, neste caso, é montar a partição em uma máquina 100% limpa e rodar as ferramentas de lá.

Créditos: Hugo Doria

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